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Jeux Video 5j

Assassin's Creed Black Flag Resynced est un excellent remake, mais n'élève pas le niveau de l'original

5j · 13 vues
Assassin’s Creed Black Flag Resynced é um ótimo remake, mas não eleva patamar do original

Em busca de voltar ao seu auge, visto na sétima geração de consoles, a Ubisoft decidiu revisitar alguns jogos que tornaram esse passado tão glorioso para a desenvolvedora. Além do já anunciado remake de Rayman Legends, a empresa também refez um dos títulos mais emblemáticos da sua história: Assassin’s Creed 4: Black Flag. Com Assassin’s Creed Black Flag Resynced, a Ubisoft mostra que ainda tem aquele molho para apresentar ótimos jogos, mas também não se desprende de falhas do passado que lhe renderam o apelido de “Bugsoft”. (Quase) A melhor versão do jogo Créditos: ubisoft/reprodução Revisitar os mares, ilhas e litorais do Caribe na pele de Edward Kenway é, provavelmente, a melhor experiência que um fã de Assassin’s Creed pode ter nos últimos anos. Esse é, sem sombra de dúvida, um dos jogos mais bonitos já feitos pela Ubisoft. Cada local que seus olhos tocarem renderá uma bela visão, porque a reconstrução dos mapas e o retrabalho das cores — agora mais saturadas e vivas — transformam essa experiência na versão mais bela de Assassin's Creed Black Flag. Não apenas em sentidos gráficos, essa é a melhor versão dessa obra para se jogar — ou quase isso. O novo sistema de combate tira aquele marasmo da edição clássica do jogo, que era completamente baseada em apertar o botão de contra-ataque e finalizar os inimigos. Agora, com algo mais de ação, focado em parry e no uso das ferramentas, como a pistola, o game ganha um combate ágil e muito divertido, mas sofre com uma inteligência artificial terrível. Com uma das IAs mais defeituosas que vi nos jogos recentemente, entrar em batalha em AC Black Flag Resynced ou se arriscar no stealth renderá algumas risadas. É muito fácil empilhar corpos ou travar em um loop de batalha que, infelizmente, é tedioso, porque os inimigos repetem o mesmo comportamento constantemente. No stealth, é muito fácil se esconder no palheiro e ficar atraindo os inimigos enquanto você mata todos eles no mesmo ponto e ninguém suspeita de nada. É engraçado e, ao mesmo tempo, bem decepcionante. Mas, para além do combate e da IA frustrante, a exploração é um ponto que brilha muito. Tarefas como correr atrás das partituras musicais, contratos de caçada, missões secundárias, as playas que podem ter alguns segredos e muitos outros elementos compõem uma exploração riquíssima que me fez perder horas sem nem pensar na quest principal. E, falando da história principal, ela está exatamente igual, mas sem a parte do presente em que estamos nos escritórios da Abstergo. No entanto, a remoção desse conteúdo cria uma lacuna muito estranha na narrativa, justamente por estes serem momentos conectivos e contextuais para a trama. Em vez de criar uma sequência que daria maior senso para a jornada de Edward Kenway, a Ubisoft cortou uma parte da história e deixou as coisas desconexas. Créditos: ubisoft/reprodução Além desse storytelling estranho, a cinematografia também é um pouco esquisita e cheia de cortes que geram estranheza e uma sensação de falta de polimento. Ainda assim, a história continua boa o suficiente para emocionar o jogador com a jornada de Edward até o belo encerramento do game. Seria injusto não falar do parkour, que é maravilhoso e me trouxe sentimentos nostálgicos enquanto corria pelos telhados de Havana. Esse jogo realmente me transportou para as noites em que estava jogando ele no meu Xbox 360 há 13 anos. Por que Resynced? Sem a parte do Animus na narrativa, a presença da Abstergo fica meio obscura no jogo, mas a

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