O artigo examina a eficácia do novo formato da fase de grupos da Copa do Mundo, que introduziu equipes adicionais e novas narrativas. Embora o torneio expandido tenha trazido histórias fascinantes e novos participantes para o centro das atenções, a questão central é se o formato conseguiu manter a tensão competitiva. O texto sugere que, apesar das histórias cativantes, a fase de grupos
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