O desafio legal se concentra em três áreas principais: grandes lançamentos nos cinemas, blockbusters massivos e canais de TV a cabo. Os estados argumentam que a perda de concorrência entre os dois estúdios retira dos cinemas e das redes de televisão um poder de barganha vital, levando a taxas mais altas que, eventualmente, atingirão os consumidores através de ingressos mais caros e contas de TV a cabo mais altas. A coalizão solicitou que as empresas interrompam a transação pendente de revisão judicial, ameaçando uma liminar se não cumprirem.
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