O CEO da Vercel, Guillermo Rauch, discutiu a evolução dos agentes de IA, da prototipagem à produção, destacando dois casos de uso matadores: agentes de codificação e agentes corporativos internos. Ele observou que o ano passado foi sobre experimentação, mas o foco mudou para desafios práticos como acesso seguro a dados, auditoria e criação de rastros de atividade dos agentes. Para lidar com isso, a Vercel desenvolveu frameworks como Eve, que permite instruir agentes em linguagem natural, e o Vercel Sandbox, que isola agentes para aplicar políticas de dados. Rauch enfatizou o risco de vazamento de dados, citando uma conversa com a Airbus sobre o perigo de IDEs de codificação treinarem em bases de código proprietárias. Ele descreveu como agentes internos, como um usado por um representante de vendas da Vercel, podem superar gargalos de dados que limitam a produtividade dos funcionários. A entrevista foi realizada após a conferência ShipNYC da Vercel, onde a empresa discutiu seu papel na infraestrutura de IA e a concorrência com os principais laboratórios.