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Jogos 5d

Análise de Assassin's Creed Black Flag Resynced

5d · 12 visualizacoes
Assassin's Creed Black Flag Resynced review

Em busca de voltar ao seu auge, visto na sétima geração de consoles, a Ubisoft decidiu revisitar alguns jogos que tornaram esse passado tão glorioso para a desenvolvedora. Além do já anunciado remake de Rayman Legends, a empresa também refez um dos títulos mais emblemáticos da sua história: Assassin’s Creed 4: Black Flag. Com Assassin’s Creed Black Flag Resynced, a Ubisoft mostra que ainda tem aquele molho para apresentar ótimos jogos, mas também não se desprende de falhas do passado que lhe renderam o apelido de “Bugsoft”. (Quase) A melhor versão do jogo Créditos: ubisoft/reprodução Revisitar os mares, ilhas e litorais do Caribe na pele de Edward Kenway é, provavelmente, a melhor experiência que um fã de Assassin’s Creed pode ter nos últimos anos. Esse é, sem sombra de dúvida, um dos jogos mais bonitos já feitos pela Ubisoft. Cada local que seus olhos tocarem renderá uma bela visão, porque a reconstrução dos mapas e o retrabalho das cores — agora mais saturadas e vivas — transformam essa experiência na versão mais bela de Assassin's Creed Black Flag. Não apenas em sentidos gráficos, essa é a melhor versão dessa obra para se jogar — ou quase isso. O novo sistema de combate tira aquele marasmo da edição clássica do jogo, que era completamente baseada em apertar o botão de contra-ataque e finalizar os inimigos. Agora, com algo mais de ação, focado em parry e no uso das ferramentas, como a pistola, o game ganha um combate ágil e muito divertido, mas sofre com uma inteligência artificial terrível. Com uma das IAs mais defeituosas que vi nos jogos recentemente, entrar em batalha em AC Black Flag Resynced ou se arriscar no stealth renderá algumas risadas. É muito fácil empilhar corpos ou travar em um loop de batalha que, infelizmente, é tedioso, porque os inimigos repetem o mesmo comportamento constantemente. No stealth, é muito fácil se esconder no palheiro e ficar atraindo os inimigos enquanto você mata todos eles no mesmo ponto e ninguém suspeita de nada. É engraçado e, ao mesmo tempo, bem decepcionante. Mas, para além do combate e da IA frustrante, a exploração é um ponto que brilha muito. Tarefas como correr atrás das partituras musicais, contratos de caçada, missões secundárias, as playas que podem ter alguns segredos e muitos outros elementos compõem uma exploração riquíssima que me fez perder horas sem nem pensar na quest principal. E, falando da história principal, ela está exatamente igual, mas sem a parte do presente em que estamos nos escritórios.

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