A 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Goiás anulou parcialmente uma absolvição anterior, condenando Gusmão por um dos dois incidentes descritos na denúncia. A decisão divergiu da opinião da Procuradoria-Geral de Justiça, que havia favorecido a manutenção da absolvição. A defesa de Gusmão afirmou que a decisão não é definitiva e que recorrerá a tribunais superiores, afirmando sua inocência.
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