Uma dúzia de estados americanos, liderados pela Califórnia, entraram com uma ação judicial para bloquear a fusão de US$ 110 bilhões entre a Warner Bros. e a Paramount, alegando que a maior consolidação da mídia na história de Hollywood sufocaria a concorrência e aumentaria os preços ao consumidor. O procurador-geral da Califórnia, Rob Bonta, afirmou que a fusão prejudicaria "o público em todos os sofás e cadeiras de cinema dos EUA". Se aprovada, a empresa combinada controlaria quase um terço do mercado de exibição nos EUA e, junto com a Disney, Universal e Sony, permitiria que apenas quatro conglomerados controlassem 86% desse mercado.
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