Conflitos recentes destacaram a vulnerabilidade de drones grandes e caros como o MQ-9 Reaper e o MQ-4C Triton, com quase US$ 1 bilhão em perdas relatadas. Especialistas argumentam que é necessária uma mudança estratégica para sistemas aéreos não tripulados (UAS) menores do Grupo 2, pois são mais difíceis de detectar e oferecem maior flexibilidade tática. Embora drones FPV muito pequenos tenham se mostrado eficazes em conflitos de curto alcance como a Ucrânia, uma abordagem híbrida que combine as capacidades de grandes UAS, sistemas do Grupo 2 e pequenos drones é considerada a estratégia mais inovadora para a guerra moderna, particularmente para operações de longo alcance, onde os militares dos EUA têm uma vantagem significativa.